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Odeio quando penso nisso…

Sabe, estava escutando uma música, lendo um livro e, de repente me vem essa ideia… Por alguns minutos fujo ”… Você não quer ver nada além de seu mundinho…” (Frejat), essa sou eu.

 Porque sou tão única? Porque somos tão especiais? ”… O essencial é invisível aos olhos…”, disse o pequeno, mas por quê?

Somos sim, eu e você, seu vizinho ou seu colega de trabalho, tão únicos e perfeitos em nossas diferenças…

Quando finalmente olhamos para o lado -o que acontece tantas vezes quanto pisar numa poça de água no dia mais quente do ano mais seco dos últimos dez- reparamos quão é maravilhosa a excentricidade. As unhas roídas e os cabelos com seus cortes, o universo cuida disso sim. As dificuldades e manias, os problemas e os conselhos de nossos confidentes problemáticos com suas praticidades… ”Que obra-prima é o homem! Quão nobre na razão! Quão infinito na capacidade! Como expressivo e admirável na forma e nos movimentos! Nas ações parece um anjo! Na apreensão é como um deus! A beleza do mundo…” (Shakespeare, Hamlet).

 Ser único não é sinônimo de solidão, assim como bondade não tem nada de fraqueza.

 E, oque isso tem de semelhante? Não me pergunte, eu odeio e amo na mesma intensidade, já dizia James Thurber: “É melhor saber algumas perguntas do que todas as respostas”, já eu digo: é melhor não saber nada e terminar assim, sem explicação.  Talvez, com um trecho: “… Se isso é céu, eu prefiro meu inferno…”, ou não. Porque sou única. Porque roo as unhas, para logo depois passar esmalte cor beterraba. Porque quero. Porque sim.   

jailbaitisland:

Megan Fox, without make-up and possessed by the devil. Still hot. I’d do her.
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Onde eu guardei toda a minha pesonalidade?
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